quinta-feira, 1 de maio de 2008

MAIS FOTOS EM TRANSVERSALEX



Decidi ir fotografar as duas
manifestações do 1.º de Maio em Lisboa, mas afinal - e peço imensa desculpa à UGT - na impossibilidade física de estar em dois lugares ao mesmo tempo (ainda sonho um dia conseguir isso!) - fiquei-me pela CGTP, na Alameda Afonso Henriques.



Estava para ir nos transportes mas acabei por levar o carro, deixei-o no sítio habitual, fui a pé até à Alameda, andei pelo meio do povo, e no regresso parei para comer uma fatia de bolo de bolacha, também no sítio habitual! E aqui ficam algumas das fotos:


O líder da CGTP, Carvalho da Silva, mata a sede - nada de mais, eu sei, pronto, apeteceu-me pôr esta foto - podia ter posto outra, mas pronto, quis mostrar que um líder também é humano e bebe água como qualquer comum cidadão!

Os jovens manifestantes arrancaram de repente - estava combinado entre eles, eu notei - e quase atropelaram as jovens fotógrafas ... quem disse que ser repórter não é uma profissão de risco?

O meu grande amigo e antigo colega, médico e fotógrafo do Expresso, António Pedro Ferreira - Tópê para nós - usando a sua sofisticadíssima máquina sob o olhar atento e a boca aberta da aprendiz... não sei o nome, mas não me importava de saber... por questões profissionais, claro!


«Ai, outra vez este gajo a fotografar-me! Já o tinha visto na manif dos professores, não me livro dele onde quer que vá! Isto devia estar interdito a amadores, vou queixar-me ao sindicato!»

Estou cansado ... façam vocês a legenda da foto... ou então fica «sem título», é o que está na moda, não é? Que é para as pessoas puxarem pela cabeça!

O bailado do 1.º de Maio - divino!

terça-feira, 29 de abril de 2008

CENTRO SOS VOZ AMIGA - As Pontes que há que atravessar...


«A ponte é uma passagem para a outra margem», segundo Luís Portugal dos Jáfumega, mas também pode servir para outro tipo de passagens... como uma passagem para outro mundo... embora haja sempre um barco à espera dos que, em dado momento das suas vidas, já nada esperam da ... VIDA!

Por isso existe o CENTRO SOS - VOZ AMIGA, o primeiro serviço telefónico criado em Portugal em Outubro de 1978 e que já ajudou milhares de pessoas em situações agudas de sofrimento, relacionadas com a solidão, a angústia, a depressão e o risco de suicídio.

É um serviço de utilidade pública, filiado numa organização internacional vocacionada para este tipo de serviço, prestado por voluntários que exercem esta função enquanto pessoas e são formados para não deixarem que as suas próprias convicções influenciem o modo como atendem o telefone e encaminham a questão que lhes é colocada.

O CENTRO SOS VOZ AMIGA está neste momento a passar por grandes dificuldades a nível de logística e de apoios. Pelo que toda a generosidade é bem vinda!

CONTACTOS: 213 544 545 / 800 202 669
Pedidos personalizados de informação
sobre voluntários e actividades:
913665954 (Amélia Reynaud)
e 933305251 (Paulo Silva)

Para que haja sempre
um barco a passar por baixo da ponte...



domingo, 27 de abril de 2008

DO MEU FIM-DE-SEMANA PREENCHIDO DESTAQUE PARA O ENCONTRO DA PRIMAVERA EM MONTEMOR-O-NOVO!

Todos os anos se realiza na Herdade do Freixo do Meio em Montemor-o-Novo o Encontro da Primavera, em que os proprietários daquela Herdade onde se pratica Agricultura Biológica abrem as portas à população e às pessoas em geral.

Oportunidade para adquirir produtos de origem biológica de grande qualidade, de assistir a muitas das actividades agrícolas e pecuárias, de passear pela Herdade, de andar de bicicleta, de fazer um piquenique, de ter um dia bem passado ou simplesmente... tirar uma fotografia com um burro ou outro animal... e já agora digam lá: quem é que ficou melhor na foto? Eu ou o burro? Eu sei, eu sei... o burro é muito mais fotogénico do que eu, heheheh!!!

Por toda a Herdade estavam espalhados
mostras de produtos produzidos no próprio local


Desde pinhões a vinho, passando por produtos frescos e doces,
tudo se podia adquirir com a garantia de qualidade de produto biológico

As voltas pela Herdade para assistir
às várias actividades agrícolas foram muito procuradas


As crianças - e os adultos - podiam deslocar-se à vontade
dentro da Herdade do Freixo do Meio, já que os
veículos automóveis ficavam num local externo próprio

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Pela tua janela aberta
Já a minha alma entrou
Vinda de parte incerta
Na tua alma pousou

Empurrado pelo vento
Misturado com a chuva

Respondi ao chamamento
Ouvi teu grito de alerta

A minha alma chegou
E entrou pela janela

Que tu deixas sempre aberta...

terça-feira, 22 de abril de 2008

DIA DA TERRA



MENSAGEM DA TERRA:

«QUANDO OS HUMANOS SE ANIQUILAREM UNS AOS OUTROS E SE EXTINGUIREM EU - TERRA - SUSPIRAREI DE ALÍVIO!!!»

sábado, 19 de abril de 2008

SEM TÍTULO ... POR ENQUANTO!

QUEM PASSA POR ALCOBAÇA NÃO PASSA SEM LÁ VOLTAR ...









Comunidade de Leitores no Sábado à tarde onde fui propor a leitura de «Esteiros», a obra ímpar de Soeiro Pereira Gomes e um dos livros da minha vida - aqui alguns dos participantes (à esq. a Directora da Biblioteca Municipal)



Operação Nariz Vermelho e Música nos Hospitais Sábado de manhã no Hospital da Estefânia em Lisboa com a presença da Ministra da Saúde, Ana Jorge - uma maneira de suavizar o dia-a-dia daqueles que têm que passar pelos hospitais.


quinta-feira, 17 de abril de 2008

AQUILO QUE EU QUERO!


Há dois dias senti-me um privilegiado ao assistir a um espectáculo único no Museu da Electricidade em Lisboa: o actor João Miguel Garcia (na foto) a declamar e a representar a Ode Marítima de Fernando Pessoa durante 1 hora e 20 minutos, numa encenação fantástica, onde até nem faltou um paquete a passar do outro lado das vidraças do Museu (nesta foto não se vêem as luzes mas tenho outras em que se vê - coincidências - o paquete está ancorado neste momento em Lisboa).

Ah, como eu gostava que um dia um grande actor declamasse uma das minhas tentativas de poema - até podia bem ser a Maria Rueff, que eu conheci ontem, e cujo talento e profissionalismo eu admiro muito - dei-lhe um cartãozinho com o meu blog, será que ela já veio espreitar o meu humilde blogzito? Bom, como não tenho ninguém que declame as minhas amostras de poemas aqui fica apenas a letra sem voz de um que fiz um dia destes - eu até podia gravar no Youtube uma declamação pessoal mas aí era garantido que ninguém mais viria ao Fundamentalidades, heheheh!

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Já não quero e-mails
nem mensagens nos telemóveis
Não quero casa com piscina
Nem sofisticados automóveis!

Não quero ganhar o totoloto
Nem sequer o euromilhões,
Não quero roupas de marca
Não sei viver de ilusões!

Não quero jóias nem relógios
Nem computadores nem PDA's
Não quero plasmas nem LCD's,
Só quero saber onde estás!

Se me derem diamantes
Não aceito, não os quero,
E que ninguém me grite:
Calma!
É por ti que eu espero
Pois só te quero a TI
Só te quero AQUI
INTEIRA... DE CORPO E ALMA!

quarta-feira, 16 de abril de 2008

HOJE É O DIA MUNDIAL DA VOZ...

... E PORQUE NÃO APROVEITAR ESTE DIA PARA:

SUSSURRAR
AO OUVIDO DE ALGUÉM


FALAR PELOS COTOVELOS

TELEFONAR A TODA A GENTE

CANTAR NO DUCHE, NAS ESCADAS,
NO ELEVADOR, NA RUA


GRITAR BEM ALTO ...
QUE GOSTA DE ALGUÉM!

(e se disser o nome
desse alguém, ainda melhor!)


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Então, boas faladuras!!!!
E que ninguém se cale!!!

sábado, 12 de abril de 2008

DE SEXTA A DOMINGO PASSANDO PELO SÁBADO

DOMINGO

Caminhada pela praia da Comporta à descoberta de um dos locais mais bonitos de Portugal - um dos próximos passeios será fazer a pé pela praia o trajecto de Tróia a Sines, com dormida pelo meio... Alguém se atreve?






SÁBADO

Visita ao Fluviário em Mora (na verdade é em Cabeção, mas pronto!), com espécies exóticas de peixes de rio, como a piranha aí ao lado a olhar para mim com uns olhos devoradores - erro dela, coitada, tenho pouco que comer, heheh. Em baixo uma lapa qualquer, mas preferível a muitas lapas que andam por aí...





SEXTA


Estive em Óbidos e deixei lá parte do meu coração... cheguei a perguntar-me se estaria mesmo em Portugal ou num conto de fadas!!!







quarta-feira, 9 de abril de 2008

Já não sou daqui...
Em viagem sem retorno
A minha alma migrou
Para junto de quem gosto
Ao encontro do contorno
Do teu rosto!

Já não sou daqui
O meu corpo voou
Em direcção ao teu
E ficou pairando
À espera de ti
Como um condor no Céu!


Já não sou daqui
O meu norte és tu
E contra ventos e marés
É para lá que eu vou
Pois sei onde estás
E sei quem tu és!

Já não sou daqui
Abre-me a tua porta
Espera por mim
Pois quando chegar
Vou dizer assim:
«Venho para ficar!»