Por absurdo que pareça, quando ouço uma notícia como a do rapto de um bébé - e no Hospital de Penafiel já é o segundo rapto no espaço de dois anos - a primeira sensação que tenho é de compaixão pelo raptor (a). E penso que é a mesma sensação de muita gente!
E isto porquê? Porque sendo a dádiva primeira da Humanidade, ter um filho está «interdito» a muitas mulheres (e homens), e o desejo de o ter leva as pessoas a cometer os actos mais ousados e impensáveis!
Ter um filho é - com certeza - o mais importante da Vida! Para uma mulher ainda mais, por motivos fisiológicos e
psicológicos! Para muitas é mesmo quase o seu projecto de vida, e quantas vezes «avançam» sozinhas, sabendo à partida que o pai do filho não as acompanhará. Admiro muito estas mulheres e tenho muito respeito por elas. Invejo-lhes a coragem! Conheço até mulheres que «fizeram» todo o percurso da gravidez mesmo não tendo nenhum ser dentro do seu corpo, tal a vontade de serem mães!
Outro absurdo é o facto de haver mulheres saudáveis que podem ter filhos, que gostariam de ter filhos... e não os têm! «Defendem-se» com a carreira, com a independência, com a falta de tempo, com a falta de condições... e vão adiando essa dádiva até - e aqui fala a parte fisiológica de que ninguém tem culpa - ser tarde demais, tanto no possível risco para a criança como para a mãe - embora, como se saiba, há mulheres a terem filhos cada vez mais tarde, em perfeitas condições de saúde.
São mulheres que muitas vezes até querem ter filhos - e quantas vezes mais que um - mas que se escudam nas dificuldades ou no pouco apoio dos companheiros (também é verdade, e levaria a outra conversa!) e assim vão alimentando a indústria dos anticoncepcionais e dos preservativos, e quantas vezes abdicando do seu próprio corpo e do prazer que dele poderiam tirar, abstendo-se de contactos sexuais, ou transformando-os mais em actos formais do que sexuais.
Gosto muito de ver uma grávida - e de há umas semanas para cá parece que apareceram imensas - e mais ainda os bébés que olham para mim com aqueles olhos curiosos e intrigantes quando passeiam nos centros comerciais com os pais. Já contribui duas vezes para que o mundo não acabe mas também já decidi que esta minha contribuição não basta pelo que provavelmente não me ficarei por aqui.
E isto porquê? Porque sendo a dádiva primeira da Humanidade, ter um filho está «interdito» a muitas mulheres (e homens), e o desejo de o ter leva as pessoas a cometer os actos mais ousados e impensáveis!
Ter um filho é - com certeza - o mais importante da Vida! Para uma mulher ainda mais, por motivos fisiológicos e
psicológicos! Para muitas é mesmo quase o seu projecto de vida, e quantas vezes «avançam» sozinhas, sabendo à partida que o pai do filho não as acompanhará. Admiro muito estas mulheres e tenho muito respeito por elas. Invejo-lhes a coragem! Conheço até mulheres que «fizeram» todo o percurso da gravidez mesmo não tendo nenhum ser dentro do seu corpo, tal a vontade de serem mães!Outro absurdo é o facto de haver mulheres saudáveis que podem ter filhos, que gostariam de ter filhos... e não os têm! «Defendem-se» com a carreira, com a independência, com a falta de tempo, com a falta de condições... e vão adiando essa dádiva até - e aqui fala a parte fisiológica de que ninguém tem culpa - ser tarde demais, tanto no possível risco para a criança como para a mãe - embora, como se saiba, há mulheres a terem filhos cada vez mais tarde, em perfeitas condições de saúde.
São mulheres que muitas vezes até querem ter filhos - e quantas vezes mais que um - mas que se escudam nas dificuldades ou no pouco apoio dos companheiros (também é verdade, e levaria a outra conversa!) e assim vão alimentando a indústria dos anticoncepcionais e dos preservativos, e quantas vezes abdicando do seu próprio corpo e do prazer que dele poderiam tirar, abstendo-se de contactos sexuais, ou transformando-os mais em actos formais do que sexuais.
Gosto muito de ver uma grávida - e de há umas semanas para cá parece que apareceram imensas - e mais ainda os bébés que olham para mim com aqueles olhos curiosos e intrigantes quando passeiam nos centros comerciais com os pais. Já contribui duas vezes para que o mundo não acabe mas também já decidi que esta minha contribuição não basta pelo que provavelmente não me ficarei por aqui.
A vida não está fácil, e muito menos para trazer um novo ser ao mundo, mas não será essa a nossa principal missão???
































