Quem tiver olho para o negócio e perceber um pouco de computadores tem uma grande oportunidade de montar negócio perto das escolas. Basta um cubículo, não é preciso muito espaço! E isto porque vão ser milhares os computadores (em especial os «Magalhães») que vão precisar de assistência, formatações desbloqueamentos...
Voltando um pouco atrás, é sabido que já começou a distribuição dos portáteis de «tecnologia portuguesa» (não são mais que um produto da Intel com algumas nouances pelo meio, como o facto de serem fabricados no oriente e virem apetrechados com o Linux) - denominados Magalhães - aos alunos das escolas primárias (agora do ensino básico ou 1.º ciclo), extensíveis também a alunos de anos mais avançados - estes já tinham outras opções também. O contrato inclui um computador a preços simbólicos e uma ligação à Internet com a duração mínima de 36 meses.
É realmente uma revolução enorme no ensino em Portugal: as crianças passarão a levar não só a lancheira com o lanche para a escola como também um portátil azul que já vem com umas pegas e tudo! Já estão prometidos portáteis com outras cores, nomeadamente vermelhos e verdes, para contentar todos!
Os computadores vêm bloqueados para impedir acesso a sites manhosos, e aí é que entra o «negócio»: haverá muito paizinho que quererá utilizar o portátil do filho, este se calhar com mais apetência para brincar do que estudar pelo computador - e é aqui que entram aqueles que sabem desbloquear estas coisas - que não eu, que sei ligar e desligar no power e pouco mais. Por outro lado, estes aparelhos nas mãos de crianças tão pequenas vão muitas vezes estar sujeitos a tratos menos adequados e menos recomendáveis - e é aqui que entram também aqueles que sabem reparar estes aparelhos.
A revolução é enorme, sem dúvida! A língua portuguesa vai sofrer com isso com certeza, pois se as crianças já escrevem pouco à mão, a partir de agora ainda menos vão escrever. Mas são os sinais dos tempos... há que saber teclar! Resta saber se os pequenos-almoços que muitas crianças (não) tomam em casa lhes dá força para carregarem com os portáteis...
Voltando um pouco atrás, é sabido que já começou a distribuição dos portáteis de «tecnologia portuguesa» (não são mais que um produto da Intel com algumas nouances pelo meio, como o facto de serem fabricados no oriente e virem apetrechados com o Linux) - denominados Magalhães - aos alunos das escolas primárias (agora do ensino básico ou 1.º ciclo), extensíveis também a alunos de anos mais avançados - estes já tinham outras opções também. O contrato inclui um computador a preços simbólicos e uma ligação à Internet com a duração mínima de 36 meses.
É realmente uma revolução enorme no ensino em Portugal: as crianças passarão a levar não só a lancheira com o lanche para a escola como também um portátil azul que já vem com umas pegas e tudo! Já estão prometidos portáteis com outras cores, nomeadamente vermelhos e verdes, para contentar todos!
Os computadores vêm bloqueados para impedir acesso a sites manhosos, e aí é que entra o «negócio»: haverá muito paizinho que quererá utilizar o portátil do filho, este se calhar com mais apetência para brincar do que estudar pelo computador - e é aqui que entram aqueles que sabem desbloquear estas coisas - que não eu, que sei ligar e desligar no power e pouco mais. Por outro lado, estes aparelhos nas mãos de crianças tão pequenas vão muitas vezes estar sujeitos a tratos menos adequados e menos recomendáveis - e é aqui que entram também aqueles que sabem reparar estes aparelhos.
A revolução é enorme, sem dúvida! A língua portuguesa vai sofrer com isso com certeza, pois se as crianças já escrevem pouco à mão, a partir de agora ainda menos vão escrever. Mas são os sinais dos tempos... há que saber teclar! Resta saber se os pequenos-almoços que muitas crianças (não) tomam em casa lhes dá força para carregarem com os portáteis...
(continua)






