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sábado, 5 de maio de 2007

COLECÇÃO DE CDs DO PÚBLICO VALE A PENA!

Excelente a compilação de CDs de música portuguesa que o Público está a publicar há alguns fins-de-semana. Mais propriamente às sextas (caixa com um CD grátis com o jornal), aos Sábados e Domingos há que desembolsar 3,90 euros mais jornal. Mas vale a pena!

A colecção abrange 50 anos de música portuguesa, com temas dos anos 50 até temas de 2007. Cada conjunto de 3 CDs insere-se num tema. A quem não tem muitos CDs de música portuguesa aconselho vivamente esta colecção porque ficam com um leque muito variado, desde Amália aos Filarmónica Gil, passando por Alfredo Marceneiro, Jorge Palma, Rui Veloso, e muitos, muitos mais.

Eu já tinha a maior parte das canções que aqui vêm, mas há algumas pérolas muito difíceis ou quase impossíveis de encontrar, como «A Cantiga é uma arma», pelo GAC, ou o Rui Veloso a cantar «Lisboa que amanhece» do Sérgio Godinho. O tema deste fim-de-semana são os anos 70, que incluem canções da altura do 25 de Abril e outras.

A quem ainda queira adquirir os CDs que já saíram podem procurar nas lojinhas do Público nos centros comerciais Colombo e Fórum Almada, na zona de Lisboa. N
o norte deve haver uma loja no Norteshopping, mas quem for do Porto saberá melhor que eu.

Música portuguesa nunca é demais!!! Sou fã de música portuguesa, não só porque acho que devemos apreciar e defender alguns dos nossos valores como tenho a certeza que em Portugal se fez e se faz da melhor música a nível mundial. Pena que os programadores das rádios e das televisões estejam mais virados para os lobbies discográficos internacionais... um dia conto o que certos animadores de rádio ganham para passarem só músicas de certas editoras...
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Afinal, acabei mesmo por ir ver o Homem Aranha 3, tão curioso estava quanto à enormíssima grande produção... e, embora não ficasse decepcionado, este 3.º remake do homem aracnídeo nunca fará parte dos filmes da minha vida, heheh, mas convém ver para saber falar... filme destinado a maiores de 12 anos mas que atinge especialmente os menores dessa idade, embora as mais de duas horas de filme sejam um bocado exageradas para o tipo de público que pretende atingir, assim como muitas das cenas mais paradas sejam dispensáveis para o público mais jovem. Mas, está bem, compreendo que os produtores e os promotores do filme o quisessem fazer para um público muito alargado. No entanto, não lhe auguro tanto êxito como a publicidade e o marketing deixavam entender!

Mas para estas coisas do Homem Aranha deixo-vos dois blogues de pessoas muito mais entendidas que eu (se tiverem interesse cliquem e vão lá ver):

HENRIKOSSAUROS e DUARTARANHA